11 de fevereiro de 2011

Egito divulga nota oficial de renúncia de Mubarak

Cairo (Egito) - O governo do Egito divulgou a nota oficial de renúncia do presidente Hosni Mubarak. No comunicado, ele não cita a crise política e deseja a benção de Deus a todos os cidadãos.
Nota:
"Cidadãos, nesses tempos difíceis o presidente Mohamed Hosni Mubarak decidiu renunciar à presidência da República e transferiu para a Suprema Corte das Forças Armadas o governo da nação. Paz esteja sobre vocês e que Deus os abençoe e tenha compaixão".
Fonte: Jornal O Dia Online

Coca-Cola Brasil impulsiona crescimento da marca no mundo

Operação brasileira aumentou vendas em 11% em 2010, enquanto desempenho global foi de 5%
A Coca-Cola comemora o crescimento de 11% nas vendas no Brasil em 2010 e um faturamento de R$ 17,7 bilhões. No período, apenas a marca Coca-Cola cresceu 12,5% e foi a principal responsável por contribuir com a expansão mundial. Os números são resultado do investimento em sustentabilidade, das ações de Marketing voltadas para a Copa do Mundo, do aumento de portfólio e da adaptação de embalagens com foco na classe C.
Comparado ao resultado global, o mercado brasileiro superou o desempenho mundial e da América Latina em mais do que o dobro. No último ano, tanto a Coca-Cola mundial quanto a divisão da América Latina cresceram 5%. Os investimentos do Sistema Coca-Cola Brasil também foram superiores aos R$ 2 bilhões esperados, atingindo R$ 2,2 bilhões. Com o desempenho, o Brasil garante a quarta posição no ranking de principais mercados, ficando atrás apenas de Estados Unidos, México e China.
Para 2011, espera-se que sejam injetados R$ 2,5 bilhões na operação brasileira e, até 2014, a expectativa é que os investimentos totalizem R$ 11 bilhões, ante os R$ 6 bilhões investidos nos últimos cinco anos. “Prevemos para estes anos o maior nível de faturamento e vendas, acompanhando o maior nível de investimento já feito. Em 2010, o sistema brasileiro teve a melhor performance dos últimos 30 anos”, disse o Presidente da Coca-Cola Brasil, Xiemar Zarazúa (no centro da foto acima), durante a entrevista coletiva realizada ontem, dia 9, na sede da empresa, no Rio de Janeiro.

Copa impulsionou vendas
O faturamento brasileiro em 2010 é consequência da venda de 10,6 bilhões de litros de bebidas no período. Parte delas provavelmente impulsionada pelos investimentos da marca na Copa do Mundo de Futebol de 2010. A Coca-Cola contou com uma estratégia diferenciada durante sete meses, de fevereiro a julho, sob o tema “Comemore do seu jeito”. No período, o remix da música Wavin’ Flag (feita especialmente para o evento) do rapper sul-africano K’naan, com a banda Skank, por exemplo, teve mais de 1,2 milhão de downloads.
A plataforma também contou com ações promocionais que somaram cerca de 10 milhões de códigos de tampinhas enviados via SMS, além de eventos que reuniram 2,5 milhões de pessoas para assistirem aos jogos do mundial. Como resultado, no Brasil, a Coca-Cola foi a marca mais associada à Copa do Mundo, segundo uma pesquisa realizada pela Interbrands.
“Em 2010, alcançamos recorde de participação de mercado com a marca Coca-Cola”, explica Luciana Feres, Diretora de Marketing da empresa. Outro fator que contribuiu para a expansão foi o lançamento de produtos e o investimento em outras categorias. Hoje são mais de 150 marcas no portfólio presentes em um milhão de pontos de venda. No total, a empresa conta com 46 unidades industriais e 16 fabricantes regionais.

Lançamentos para se aproximar do consumidor
Em maio do ano passado, a Coca-Cola lançou por aqui o isotônico Powerade, presente em mais de 70 países. Para ajudar a divulgação da novidade, o produto foi escolhido pela FIFA para a hidratação dos atletas durante a Copa. Outros lançamentos de 2010 foram a Coca-Cola Light Plus, primeiro refrigerante funcional do país, e a Linha Leão, com chá em saquinho, Ice Tea e Chá Branco pronto para beber. Com a expansão do portfólio nas sete categorias (sucos, águas, refrigerantes, isotônicos/hidrotônicos, chás, energéticos e bebidas lácteas), a Coca-Cola pode se aproximar mais ainda dos consumidores.
“Com o aumento do poder aquisitivo da Classe C, o brasileiro pode experimentar novas coisas. O refrigerante tem um papel importantíssimo nisso e o crescimento de todas as categorias também contribuiu. O nível de investimento nos permite ficar mais perto do consumidor e a estrutura de distribuição de vendas tem sido fundamental”, explica o Presidente da Coca-Cola Brasil.
Para conquistar os consumidores emergentes, a empresa entendeu que era importante manter a qualidade dos produtos e focou nas embalagens para oferecer a melhor relação custo-benefício. “Temos apostado muito na classe C com novas embalagens para cobrir todas as necessidades econômicas. Geramos fôlego adicional nas retornáveis (vidro e plástico) para reduzir o preço”, conta Zarazúa.

Sustentabilidade permeia o negócio

Outra forma de se aproximar dos consumidores e agregar valor à marca é contribuindo para a sustentabilidade, tanto econômica, quanto ambiental e social. Em 2010, foram gerados 53 mil empregos diretos e outros 500 mil indiretos com as ações da companhia. O ano passado também marcou a estreia da

Já a clássica garrafa de vidro teve seu peso reduzido em 25%, possibilitando o transporte de mais unidades e, consequentemente, reduzindo o gasto de combustíveis. O mesmo aconteceu com o tamanho das tampinhas das embalagens PET, o que permitiu a fabricação de mais 120 milhões de embalagens no ano com a sobra.
A partir das parcerias com o Walmart e o Carrefour, a Coca-Cola mantém mais de 300 estações de reciclagem e apoia 130 cooperativas. Em 2010, a empresa também inovou inaugurando sua primeira fábrica verde e reduzindo o uso de água para 1,98 litro a cada litro de bebida produzida. Há 13 anos, a proporção era de cinco litros. “A visão de sustentabilidade é muito integrada à nossa visão de negócio. Não conseguimos mais seperar o que é investimento em sustentabilidade do restante”, explica o Vice-Presidente de Comunicação e Sustentabilidade Marco Simões.

Fonte: Mundo do Marketing

4 de fevereiro de 2011

Vertigo desenvolve Aplicativo de iPad e iPhone para o TEDxRio

Vertigo desenvolve Aplicativo de iPad e iPhone para o TEDxRio

A Vertigo, empresa carioca de soluções corporativas com uso da tecnologia da informação, desenvolveu um Aplicativo Mobile Oficial para o TEDxRio, evento que será realizado dia 15 de fevereiro, no Vivo Rio.

A proposta do evento é reunir profissionais, pensadores para debater questões relacionadas à saúde, transportes, educação, cultura, artes, design, ciência, tecnologia e sustentabilidade para melhorar o desenvolvimento da cidade. “Ao receber o convite para ser a parceira de tecnologia do TEDxRio, fomos contagiados pelo desafio de desenvolver o aplicativo de iPhone e iPad em tempo recorde”, explica Priscila Valdetaro Madeira, Diretora de Marketing da Vertigo.

O aplicativo TEDxRio conecta pessoas interessadas em fazer um Rio melhor. Com ele é possível acessar a agenda do evento, ver os horários das palestras, conhecer os palestrantes e curadores, e saber como chegar ao evento, graças a um mapa interativo integrado ao Google Maps. Através do app, a comunidade pode acompanhar tudo o que está sendo discutido pelo Twitter, em tempo real, e assistir as apresentações dos vídeos que ocorrerão no evento. Já foram realizados mais de 300 downloads do aplicativo, que se encontra disponível na App Store da Apple, gratuitamente. (http://tiny.cc/x8ogp).

Cronograma do Evento:
Data do Evento: 15 de fevereiro de 2011
Duração: 01 dia
Público: 800 pessoas
Ingresso: Gratuito
Quantidade de Palestras: 20
Painéis: Visões; Pequenos Gigantes; Leveza Rio e Rio Próximo Capítulo.


Sobre a Vertigo

A Vertigo é uma empresa que desenvolve soluções de Tecnologia da Informação para materializar idéias em produtos de alta qualidade. Há 11 anos a empresa desenvolve soluções que vão além dos bits e bytes, é especialista em agregar valor para o negócio, seja através de consultoria de negócios, desenvolvimento de software ou integração de sistemas. Possui um amplo portifólio de clientes de grande porte (Petrobras, B2W, CNI, Grupo Pão de Açúcar, EBX), assim como parcerias estratégicas (Oracle, IBM, Liferay). Um grande diferencial da Vertigo é a utilização da plataforma Open Source Liferay no desenvolvimento de portais, que possui a melhor relação custo-benefício. Contagiada pelo desejo incontrolável de sempre inovar, a Vertigo acredita que nenhum desafio é impossível.

14 de janeiro de 2011

Brasil Econômico - Novinvest prevê um novo tempo nas bolsas

O Jornal do Brasil publicou nesta segunda-feira (10/01) uma nota sobre a aposta da Novinvest corretora de valores mobliários para as mudanças no mercado das bolsas, que prevê que os novos investidores terão importância especial.

5 de janeiro de 2011

As tribos do luxo

A Aston Martin tem uma revenda na Av. Europa, em São Paulo. A Lamborghini também tem. O ponto comercial na Av. Europa não é nada barato, nem o custo do metro quadrado para aluguel. Mesmo assim, estas lojas não são nem pequenas nem modestas. Desde sua inauguração, em Outubro de 2009, até agora foram vendidas no Brasil 17 Lamborghinis, ao preço médio de R$ 1,6 milhões.

Para vender 17 unidades de um automóvel destinado a um público tão restrito como este, provavelmente nenhuma destas marcas precisaria investir o que investe em seus showrooms. Poderia facilmente localizar seus prospects e contatá-los diretamente. Por que, então, a Lamborghini mantém esta loja espetacular e faz esforços em mídia social para interagir com seus fãs? E porque está sempre presente em feiras como o Salão do Automóvel, onde os visitantes são de todos os tipos menos daquele que compra seus automóveis? E porque investem em comunicação?

Para conquistar um lugar especial nas mentes e corações de seu público, marcas de luxo como esta precisam ser admiradas não apenas por seus consumidores e potenciais compradores. Precisam também ser desejadas e seu valor reconhecido por aquele público que não pode comprá-la: os fãs da marca que visitam a loja fechada e namoram os carros através da vitrine. Que criam comunidades no Facebook e fazem comentários no Twitter e ajudam a estabelecer o pedestal mental e emocional onde marcas como a Lamborghini reinam para poucos.

Aí está é a base da exclusividade. Através das redes sociais, marcas de luxo como a Lamborghini encontram um ótimo caminho para disseminar o sonho da marca e gerar aspirações. As marcas possibilitam a famosa “necessidade de pertencer” do ser humano, intermediando relações entre pessoas que nunca se conheceriam e possibilitam a elas se sentirem conectadas. Esta dinâmica cria percepções bem claras.

Comprar uma Lamborghini proporciona a seu dono muito mais do que acelerar de 0 a 100 km em 3,4 segundos. Sua máquina vem com um pacote de significados. Prestígio é o primeiro item do pacote. Seu comprador passa a fazer parte desta seletíssima tribo, reconhecida não apenas por seus colegas, principalmente, por aqueles que jamais poderão fazer parte dela. Gosto por velocidade, esportividade e apreciação por corridas vem etiquetados ao dono de uma Lamborghini, mesmo que o máximo que ele faça seja tirá-la da garagem aos domingos e dirigi-la pelas tranquilas avenidas da cidade.

O Gestor da marca Lamborghini estende muito bem estas interações. O da Aston Martin também. E o mesmo acontece com a maioria das marcas de luxo bem geridas.

Berenice Ring é Coordenadora do curso “Branding:Construção e Gestão de Marcas”, da FGV e Professora de cursos de MBA da FGV. É também Diretora da Fox Branding.

3 de janeiro de 2011

Comunicação em prosa moderna

A obra ‘Comunicação em prosa moderna’, de 1967, é pioneira na sistematização dos elementos lógicos e linguísticos imprescindíveis à boa organização do pensamento para a elaboração de textos consistentes, claros e coerentes. O livro, reeditado em 2010, é um instrumento para, a partir do desenvolvimento do raciocínio lógico, o aprimoramento das competências relacionadas à comunicação escrita.

Sobre o autor:
Othon Moacir Garcia foi um filólogo, linguista, ensaísta e crítico literário brasileiro. O autor era membro da Academia Brasileira de Filologia e da Sociedade Brasileira de Filologia.

Othon M. Garcia
Editora: FGV
Publicação: 2010


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